sábado, 22 de janeiro de 2011

A saída do Capitão OBINA




Durou exatamente um ano a passagem do destruidor Obina no Atlético, desde sua chegada com muita festa, os cinco gols marcados em uma partida contra o Juventus do Acre pela Copa do Brasil, sua grave lesão que o tirou dos campos por três meses, seus três gols marcados no clássico contra "elas", e transformar a superação do Galo de sair da zona de rebaixamento em uma verdadeira Tropa de Elite, onde ele próprio era o Capitão Obina. 





Obina teve um início triunfal no Galo, nas 12 primeiras partidas marcou 12 gols, em dois jogos ele chegou a marcar 8 gols, coisa que só os craques e destruidores conseguem, marcou 5 gols contra o Juventus do Acre na quarta-feira pela Copa do Brasil, e marcou 3 gols contra o Uberlândia no domingo pelo Campeonato Mineiro. 
Com isso o comparamos ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama "Yes, We Can" (Sim, Nós podemos).
Criamos o Barack Obina - "Yes, HE Can" (Sim, Ele pode!) ou "CAM" de Clube Atletico Mineiro. 





O cara vai fircar marcado na história do Clube Atlético Mineiro, Obina se mostrou um verdadeiro guerreiro dentro de campo, chego a compara-lo com Dadá Maravilha, pois não é um craque, não tem muita habilidade com a bola, mas na hora de fazer gols ele não perdoa.  Foram 37 jogos com a camisa do Galo, foram 29 gols marcados. 

Obina mostrou quem nem mesmo as lesões o desanimam, após machucar gravemente o tornozelo (rompeu os ligamentos) em uma partida contra o Chapecoence de Santa Catarina pela Copa do Brasil, o destruidor teve de ficar 3 meses afastados dos campos em tratamento. 



Na sua volta, Obina continuou o mesmo artilheiro que tinha demostrado antes da lesão, marcando muitos gols e demostrando a mesma raça de sempre. 

Quando o Galo estava em uma situação crítica no Campeonato Brasileiro, o jogo contra "elas" era a partida que deicidiria o futuro do futebol mineiro, ou o Atlético vencia para sair da zona de rebaixamento, ou perdia para "elas" até então líder e afundaria em crise. 




Obina assumiu a responsabilidade, vestiu a camisa do Atlético como se fosse seu time de coração, marcou 3 vezes na partida contra "elas" tirando-as da liderança e o principal tirando o nosso Galo da zona de rebaixamento rumo a recuperação. 





Enfim... Obina vai deixar saudades na torcida atleticana, foi um ano onde não tivemos muitos motivos para comemorar, apenas um título de Campeonato Mineiro. 

Mas nos poucos momentos de alegria que tivemos, Obina era quase sempre o protagonista. 




Agora o destruidor vai alegrar os chineses, e quem sabe um dia poderemos ter de volta o jogador que vestiu a camisa do Galo com muita raça. 

 Esperamos um dia postar a imagem abaixo mais vezes...








quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Qual o plano de sócios mais bem sucedido entre os times brasileiros ?

Por Ricardo Araújo


O título é uma provocação, mas o post visa analisar quais os pontos principais para que um plano de sócios seja bem sucedido.
Há tempos os grandes clubes europeus se utilizam de programas de sócios para aumentar as receitas, e também como ferramenta de aproximação com seus torcedores. São como pontes de ligação entre o clube, patrocinadores e consumidores. Técnicamente, não é tão complexo desenhar e operacionalizar um plano de sócios, pois existem algumas premissas básicas, entre elas, a correlação entre contribuição x benefícios.
Os clubes brasileiros igualmente vislumbraram o grande potencial de receitas extras que esses planos podem proporcionar, mas a expressiva maioria fracassou, ou vêm fracassando. Evidentemente que existem, em tese, algumas pré-condições para o sucesso. Duas delas me parecem fundamentais.
A primeira, é saber capitalizar uma fase de sucesso. Parece fácil, mas não é. Clubes que atravessaram a década recém finda de forma muito bem sucedida, como São Paulo ou Santos, não conseguiram viabilizar resultados expressivos em planos desse tipo. Faltou algo, e que não teve a ver necessariamente com o desenho técnico do plano em si, mas com as ações de comunicação com seus torcedores. Apesar dos bons resultados em campo em muitos daqueles anos, faltou algum ingrediente na receita.
A segunda é simples. Diretoria que não inspira confiança, clubes que vivem em ebulição política, dificilmente obterão sucesso com planos de sócios. Torcedor é consumidor, é apaixonado, mas não é idiota. Poucos se disporão a contribuir com seu dinheirinho suado em ações empreendidas por diretorias pouco confiáveis. Mesmo que o produto seja bem feitinho. E essa sensação de confiança leva tempo para se estabelecer. Não acontece de um mês para outro, a não ser que o mês seja o de uma mudança muito significativa na política do clube. O Palmeiras pode ser um bom exemplo disso. O plano anterior era técnicamente ruim, foi reformulado, melhorado, mas não emplaca. Vai demorar para o torcedor palmeirense sentir que seu esforço de participação irá resultar em algo concreto e palpável.
E quais as histórias de sucesso ? Duas. Da mesma cidade. Internacional e Grêmio, levam a rivalidade até para o campo comercial.
Matemáticamente falando, sem dúvida o Inter é o plano mais bem sucedido. São 106 mil sócios captados em praticamente 3 anos. Mas o plano dos colorados obteve um resultado tão bem sucedido como fácil de explicar. Senão vejamos:
O Inter viveu na metade final da década a melhor fase de sua história, junto com a segunda metade da década de 70. Grandes times, ídolos, títulos inéditos, e solidez para disputar todos eles como um dos favoritos.
A torcida confia muito na diretoria, que é praticamente uma continuação da era Fernando Carvalho, o reinventor do clube nos anos 2000.
O plano é simples, relativamente barato e sem sofisticações, concede apenas descontos e preferências na compra de ingressos e artigos licenciados, mas possui um ingrediente motivador poderoso e único. O voto para presidente.
O resto foi “apenas” saber capitalizar tudo isso para obter a resposta do seu torcedor. Uma explicação lógica e sem mistérios.
Mas e o plano do rival Grêmio ? Os tricolores nos mesmos 3 anos conseguiram 53 mil sócios. Metade. Mas por que eu considero esse plano como o mais interessante de todos ?
Porque o Grêmio, ao contrário do rival, viveu uma década muito ruim, sem títulos expressivos e uma queda traumática para a série B.
O clube passou por problemas financeiros sérios, e diretorias instáveis.
O plano segue na mesma linha do rival, com o mesmo desenho, mas com uma enorme desvantagem. O sócio-torcedor não vota para presidente (o Grêmio não mudou seu estatuto).
Lendo esses pontos, fica claro que o plano colorado tinha tudo para dar certo, e o dos tricolores tudo, ou quase tudo, para apresentar resultados modestos. Entretanto, colocando os pontos em confronto, os 106 mil do Inter não me impressionam tanto quanto os 53 mil do rival. Esse sim é um “case” que precisa ser muito bem analisado. Será que apenas a rivalidade explica esse resultado ? Quem sabe.
Confesso que sinto uma atração irresistível pelo que não consigo explicar. Pelo que me desafia e me faz quebrar a cabeça para entender.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O futebol sob a ótica da Administração

Dizer que a Copa do Mundo é um dos maiores eventos mundiais, talvez não seja nenhuma novidade, a não ser que você esteja na Coréia do Norte. Em nosso país, jogo da seleção é dia de festa, celebração com amigos, folga no trabalho, ruas vazias, camisas amarelas e cerveja gelada. Entre a paixão brasileira e o desconhecimento coreano, cinco continentes nos quais centenas de países e milhões de pessoas acompanham de perto o desenrolar dos jogos.
 
É patente o crescente interesse comercial e político na competição, dirigida e controlada pela FIFA - Federação Internacional de Futebol. Para analisá-lo sob o ponto de vista estratégico, utilizarei o modelo das cinco forças de Michael Porter, o qual avalia a atratividade de uma indústria com base no poder de barganha dos seus integrantes. Começarei pelos fornecedores, literalmente os donos da bola.
 
Fornecedores - É de supor que nos idos dos anos trinta, quando o futebol era ainda um esporte amador, as próprias seleções eram responsáveis por seus uniformes.
 
Hoje muita coisa mudou. As cifras para patrocinar uma equipe, ultrapassam com facilidade a casa das dezenas de milhões de dólares. Nesta briga de gigantes, tem destaque a americana Nike e a alemã Adidas. Inglaterra, Brasil, Portugal e Holanda são parceiros da primeira, enquanto Alemanha, Espanha, Argentina e a anfitriã África do Sul, vestem os uniformes das três listras. Vinte e duas seleções utilizando uma ou outra marca e trinta e duas com a controversa Jabulani, reverenciada no início de cada partida. Devido à concentração, é uma força que deve ser monitorada para que não aumente ainda mais sua influência e poder de barganha.
 
Concorrentes - Ainda que trinta e duas seleções estejam na disputa do tão famigerado título, poucas na verdade tem condições reais de levá-lo para casa. A menos que uma grande zebra ocorra, a final deverá ser disputada entre uma das sete seleções que já levantaram o caneco. Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, Uruguai, França e Inglaterra. Estas últimas já desclassificadas ou com sérias dificuldades de seguirem adiante. A despeito da hegemonia brasileira, a alternância é bastante grande. Esperamos vinte e quatro anos na fila, período semelhante ao grupo dirigido por Maradona. A possibilidade de uma ou mais seleções concentrarem os títulos é bastante baixa. Mercados monopolistas ou oligopolistas tendem a diminuir a competitividade num determinado setor.
 
Clientes - Conforme levantamento da FIFA, a última edição da Copa na Alemanha foi transmitida para 214 países e territórios por um contingente de 376 canais. A audiência acumulada durante o evento ultrapassou a casa dos 26 bilhões de telespectadores, com 700 milhões durante a final entre Itália e França. Basta olhar ao redor em dia de jogo para verificar a heterogeneidade da audiência. Brancos, negros, pardos, amarelos, ricos, pobres, homens, mulheres, adultos e crianças.
 
Fanáticos, apreciadores e simpatizantes, os quais muitas vezes não sabem a relação entre bandeirinha e impedimento. Poucos os negócios que podem contar com um público tão cativo e fiel. Cabe aos dirigentes mantê-la longe de interesses políticos, antiesportivos ou excessivamente comerciais, tais como realizá-la a cada dois anos.
 
Novos entrantes - O interesse em participar da competição pode ser medido pela popularidade das eliminatórias. Nada menos que duzentas seleções disputaram o torneio de qualificação, envolvendo 5.622 jogadores e 275 técnicos das mais diversas nacionalidades. Quase meia centena de franceses, holandeses, brasileiros e alemães, repassando os conhecimentos de escolas consagradas. Dinamarca, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos são alguns exemplos de equipes em ascensão. Alguns riscos para a competição estariam no desbalanceamento das vagas por continente ou no inchaço do torneio, como já vimos em terras tupiniquins.
 
Produtos substitutos - Apesar da paixão dos sul-africanos pelo rúgbi, franceses pelo ciclismo, indianos pelo críquete e ianques pelas ligas de basquete e beisebol - o futebol ou soccer é o único produto com apelo global, capaz de competir com marcas locais fortes. Em uma sociedade cada vez mais sem fronteiras, não tardará o dia em que o mundo usará chuteiras. Sob este aspecto, a Copa do Mundo não terá produtos substitutos a médio ou longo prazo.
 
A análise demonstrou um relativo equilíbrio entre as cinco forças, necessário e imprescindível para a manutenção do torneio que tanto nos seduz. Em diversas indústrias, o poder de decisão está nas mãos dos governos e governantes, os quais com suas leis e medidas podem auxiliar ou até mesmo atrapalhar seu desenvolvimento. No país da bola, este poder está com a FIFA e seus dirigentes.
 
Desta maneira, sugiro que os brasileiros apaixonados por futebol acendam duas velas a partir de hoje. Uma para o hexa e outro para a lucidez de Joseph Blatter, presidente da entidade.



Tecnologia para destinação do lixo

Há 2 anos fiz minha monografia nessa área de gestão ambiental. Hoje posso observar que nada foi feito para que pudesse reduzir a destinação incorreta ou até mesmo educar a sociedade com relação a destinação correta dos resíduos sólidos. Até quando Brasil?


Podemos discutir tecnologia dos mais diversos setores, quer ver?
Podemos começar, por exemplo, falando sobre tecnologia para descarte de lixo.
O lixo, hoje em dia e já há algum tempo, é preocupação para os governantes do planeta, afinal, em média, uma pessoa adulta, gera quase um quilo de lixo, por dia.
Multiplique isso pela população do planeta e você terá o volume médio diario de lixo gerado o mundo.

Como resolver essa questão?
Não é algo fácil de se resolver, mas é possível. São necessários alguns quesitos míninos para começarmos a resolver essa situação.
Primeiro, podemos falar em reciclagem...reciclagem no duro. Separar plásticos, vidros, papeis e latas do lixo orgânico e entre si, pois cada um desses materiais pode (e deve) ser reutilizado de acordo.
O vidro, por exemplo, pode ser moido e reinserido na linha de produção e da mesma forma com o plástico, seperado de acordo com as características do material, pode ser moido e reutilizado...creio que não mais que duas ou três vezes.
As latas, da mesma forma forma, podem voltar eo forno para serem fundidas para novas aplicações.
...e o papel tb pode ser reciclado, até mesmo manualmente para ser reaproveitado...na maioria dos casos para artesanato. Você já foi numa papelaria ver qto custa um caderno de papel reciclado? Caaaaaaro né?! Entaum...vamos recilar e fazer artesanato mesmo...
Estamos falando ainda de lixo doméstico ok? E o lixo orgânico? O que fazer? Bom...esse sim...se vc não tiver como compostar...bom...aí acondiciona direitinho no saco de lixo e coloca na lixeira para ser recolhido pelo lixeiro...qto ao óleo usado, procure uma entidade que faça uso dele, como por exemplo produção de sabonetes...
Pilhas e baterias?! No lixo?! NUNCA!! Separe e leve a algum posto de coleta...assim como os celulares que tb devem ser recolhidos nas lojas de celular ara encaminhamento para reciclagem...

Até agora foi só o lixo doméstico!! E o lixo industrial, o lixo hospitalar e o radiativo?
Para os dois primeiros também tem solução, que seria a mesma destinação dada a pneus e artefatos de borracha...a Usina de Plasma. Uma tecnologia de ponta que se utiliza da queima química a altíssimas temperaturas para tornar inerte todo o material submetido ao processo, além de reduzir seu volume em até 95%...ou você acha que 1600°C não fazem efeito?
E o mais interessante no caso dessa tecnologia é que existe a possibilidade da energia gerada nesse processo ser reutilizada, realimentando a própria usina e ainda ser "devolvido" o excesso à rede elétrica da concessionária....

É muito bacana, não é mesmo?! Infelizmente, a cabeça do brasileiro ainda não "absorveu" completamente a questão da reciclagem, bem como, nem o poder público, nem a iniciativa privada tem tido muito interesse em investir em inovação tecnológica, mais especificamente nessa tecnologia que, ao meu ver, mesmo que o mundo não "adote" a reciclagem, pode ser a solução para a questão de espaço para descarte de lixo.

Os lixões, por exemplo, da grande São Paulo, estão com sua vida útil no limite, aí, ao invés de investir numa solução definitiva, o que se faz?! Alocam uma nova área pra depositar o lixo!

Não seria mais lógico, isso pelo menos pra mim, investir um pouco mais pesado agora para no futuro poder proporcionar uma qualidade de vida melhor para as futuras gerações?!

Pensem nisso!!

DISPONIVEL EM: http://euempreendo.blogspot.com/p/tecnologia-destinacao-de-lixo_10.html

domingo, 9 de janeiro de 2011

Nada como um dia após o outro...

A vida é feita de momentos, seja ele bom ou ruim. E nesses momentos é que provamos nosso valor, nossa grandeza. Depois de anos vivendo momentos ruins, vexames e principalmente sofrendo, NÓS torcedores do Clube Atlético Mineiro “o Galo mais lindo do mundo”, enxergamos a luz no fim do túnel. Saímos do fundo do poço, mostramos nosso AMOR sempre nos momentos de tristeza e de alegria. Esse sentimento que nos move e que nos faz acreditar no Galo, que se imortaliza como o “maior” time do planeta. Esse amor é inexplicável, é imensurável, é infinito. Falar da torcida atleticana é chover no molhado, pois o Brasil sabe da nossa força, do que sentimos por essa instituição.
Quantas vezes choramos? Quantas vezes queríamos largar tudo, mas bastava vir o próximo jogo, que lá estava à camisa do Galo com se fosse sua segunda pele? Quantas vezes saímos do estádio arrasados? Quantas vezes tivemos que ouvir o lado fresco da lagoa vomitar suas alucinações. Diziam que tinha o melhor CT, que tinham salários em dia e que era o time rico de Minas Gerais. Quantas vezes vimos nosso Galo em estado lastimável?
Massa atleticana, nada como um dia após o outro! Ninguém paga por ser humilde, não há mal que dure para sempre. Após a tempestade sempre vem a abonança, vem sempre à camisa do Galo, intacta no varal, pois ela ousou lutar contra o vento, contra tudo e todos.  Uma década pra se esquecer, anos e anos sofríveis, de times que não estavam à altura da grandiosidade do nosso glorioso clube.
Nossos momentos ruins se foram, as coisas mudaram! De vacas magras, de salários atrasados, de times medíocres hoje o CLUBE ATLÉTICO MINEIRO deu a volta por cima. Mostrou-nos que todo nosso amor, nossa persistência não foi em vão. Que tudo valeu à pena. De time fadado ao abismo á clube novamente respeitado.
Quantas vezes ouvimos o presidente fresco da enseada das garças querendo tirar sarro do nosso clube, mostrando toda sua arrogância e principalmente tentando nos menosprezar? Acabou! Elas faliram e tudo voltou ao normal. Hoje elas sentam na própria arrogância, tudo aquilo que sempre foi direcionado a nós voltou-se contra elas, à palavra tem poder!
Não podemos, repetir o que foi feito do outro lado. Somos torcedores e apaixonados, não arrogantes! O trabalho é bem feito, temos presidente, diretoria e principalmente torcida. O Galo é maior, o Galo é minha vida. Nada como um dia após o outro…

Texto: Galo é minha vida! 09/01/2011