sábado, 31 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 - ObriGALO Sempre!

GALO É AMOR NÃO É SIMPATIA


Como o grande Roberto C. Filho tuitou há poucos dias: “Não espere que eu faça retrospectiva no Blog de um time que não nos deu alegria. Isso é masoquismo”.

Concordo, não tenho o que escrever sobre o futebol apresentado pelo nosso “GLORIOSO” Clube Atlético Mineiro em 2011, é sabido pelos quatro cantos do planeta que a mais fiel e inflamada torcida do mundo não ficou nada satisfeita com a atuação do time e muito menos com a de seus diretores.

Mas nessa minha retrospectiva irei recordar o que de bom o GALO me deu nesse último ano...

Amigos...

Alguns que não tinha contato há anos e que frequentávamos arquibancada juntos nos velhos e bons tempos de TOG e viajávamos sempre que possível pra apoiar o Galo pelo Brasil a fora...

Anne (Lora), Thiago (Brother M.Novo), Léo Gato (o mais corneteiro), João Paulo JP, Teo (Oreia), Gustavo D’borest, Mateus Morais, Alessandro, Fernandinho (Sta. Amélia), Otto, Melão, Vinicius Brant, Giovane (Carequinha), Clevinho, Vinicius Andrade, entre outros que me falha a memória...

No Campeonato Mineiro, tive o privilégio de rever e fazer amigos tão loucos pelo Galo quanto eu e esse ciclo de amizades foi aumentando...
Muitas resenhas com Fael (Cam1saDo2e) e consequentemente foi criada a Família do Balaio por ele e outros amigos. Em apenas algumas viagens para Ipatinga e outras pra Sete Lagoas pelo Campeonato Mineiro se formou desde então essa Família...Êh GALO...

Daphne, Leide, Lilia Dias, Pitty, Jussiana, Babi, Lud Chaves, Nathalia, Christina, Isadora, Roberta Figueiredo, Lucas, Neto, Juninho Romanelli, Léo Michalik, Henrique, Léo Botelho, Marcelo (Tchelo), João Romanelli, Paulo Henry, Joubert (Pai e Irmão do Lucas), Renan Pulguinha, Léo Nascimento, Zé Alexandre, PH, Rafael, Igor, Pedrinho, e...e...me desculpe quem não recordei o nome...

Passado o C. Mineiro, tive o privilégio de na primeira viagem pra fora em um jogo do Galo pelo Brasileirão (Floripa) conhecer a outra parte da família que estava por vir...A Família DPC...

Camila e Renata, impossível tecer comentário de ambas tamanha consideração e carinho, portanto, vou escrever o que sempre me disseram nesses últimos meses, “Melhor aquisição de 2011”!

Coutinho, Zeca, Tiago Tésser, Diego, Marcelinho (Jans’t), Bruno (Jacaré) e João! Agregado a esses da Família DPC tive a honra de conhecer pessoas como a ilustríssima Renata Lima, Thiago Cintra (Botafoguense), Richard e Renan (Loja do Galo) – amigo de cobranças junto aos jogadores em jogos na Arena juntamente com o Reinaldo Lima o eterno Rei!

Após essas viagens o leque de amigos alvinegros foi aumentando cada dia mais e mais, com festas, comemorações, rede sociais e até Arraiá do Galo...Êh GALO!

Amanda Rocha, Natália Mendes, Ana Cris Gontijo, Renata Araujo, Moema, Paty Campos, Fabíula Pessoa, Ellen CAM, Dai, Bruninha, Jussara, Aline Santana, Rafaela, Marlene (Eterna Babá), Patrícia Lobão, Marina Lobão, Ellenzinha (Rival mas sempre presente com os alvinegros), Lu Navato, Roberta Duarte, Cibelli, Andréa Dornas, Luiza, Jana, Deborah, Camila Borja, Carla Silva, Yasmim Siqueira (Coxa), Yolanda, Bruna Carvalho, Carol Carmo, Francine (Coxa), Vanessa Lima, Dunya (Coxa-Guilherme), Elaine Silva, Iris, Ana Paula (Floripa), Taira (Luiz), Aninha Martins, Nathana e Thais Lima...

Jones Guerra, Roberto Filho, Talles (irmão mais velho), Efigênio, Henrique , João Sorrisão (Franca-SP), Alexandre (Beiçola), Geovane (GeoGalo), Felipe Dias, Paulo Chico, Marcio Britto (Gabiru), Cojak (Mestre), Marco Polo, Rafael (Imitador), Eduardo (DuGalo), Haldane, Gui Malafaia, Pedrão (Artilheiro da Nação), Bimbim (Mestre Bimba), Sabino, Gutim, Fabão, Felipe Ziller, Felipe Sartini, Clauber (13eGalo), Rodrigo Galo Kombi, Marcelo Caixeta, Caixetão, New Azevedo, Lindson Brum, Marcus Dias (Markola), Osklênyo (Homem Gol), Fred Lima, Munaier, Caco, Grabriel Grahl (Ctba), Alemão (Ctba), Batatinha e Thadeu.

Agradeço a todos que trilharam meu caminho nesse ano de 2011, saibam que no futebol assim como vocês não fui feliz, pois, sempre esperamos algo mais, mas se pensarmos no quesito amizade, podemos nos felicitar!

Como diz o Atleticano Chico Pinheiro, “não somos torcedores, SOMOS ATLETICANOS” e pra nós só o fato de torcer pro Galo basta. Não tem título nenhum que vai nos fazer mais ou menos ATLETICANOS.

FELIZ 2012 A TODOS.

OBRIGADO FAMÍLIA ALVINEGRA – GALO É AMOR NÃO É SIMPATIA


"Para sonhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”
(Carlos Drummond de Andrade)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Os elementos que formam uma marca

por @marcoshiller



Quando olhamos para o logo da Coca-Cola, ou o símbolo da Nike, ou o ícone do Android, ou até mesmo para o bonequinho gordinho da Michelin, esquecemos que aquilo representa uma empresa. Na verdade, tudo isso são exemplos de ELEMENTOS que compõem uma MARCA. Alguns autores já chegaram a listar até 40 elementos que podem formar a identidade de uma marca. Eu vejo 7 grandes elementos que compões uma marca, e gostaria de listar aqui o que são cada um desses elementos, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância:

1.            NOME: você já reparou que toda santa marca tem um nome? Claro! O nome é o principal elemento que identifica uma marca, seja ela qual for: Danone, Guaraná Jesus, Casas Bahia, Pampers, Facebook, entre outras milhões de marcas. Muito mais do que simplesmente identificar e comunicar o que representa, o nome da marca na contemporaneidade deve ter sonoridade, deve ser bonito de ser ver, de se escrever, de se digitar e gostoso de se pronunciar, como é o caso de Häagen Dazs ou BlackBerry.

2.            LOGOTIPO: é a forma como se escreve ou a tipologia que se usa para escrever o nome da marca. E a escolha da fonte deve obedecer a essência de sua marca, ou seja, vou escolher uma fonte mais chapada como a que BRASTEMP usa, ou uma fonte e variações de cores que a GOOGLE usa, ou então algo mais caligráfico e rebuscado como é o caso da COCA-COLA. O fato é dependendo da tipologia que se usa, a percepção da marca pelo teu consumidor pode ser mais distinta do que se imagina. Perca um pouco de tempo com isso.

3.         SÍMBOLO: é a imagem ou figura que represente sua marca. É a parte que pode ser identificada mas não falada pelo consumidor. Como exemplo, temos a maçã da APPLE, ou o swoosh da NIKE, ou o jacaré da LACOSTE, ou então o ninho de passarinhos da NESTLÉ. E por que quase todas as marcas que conhecemos sempre elegem um símbolo para se identificar e se comunicar conosco? Simplesmente pelo motivo que nosso cérebro memoriza melhor imagem do que palavra. Pode ser mesmo uma questão de psicologia cognitiva, pois o ser humano reconhece e grava melhor um símbolo do que palavras escritas. Apenas isso.

4.         MASCOTE: é aquele ser que representa a sua marca, como por exemplo, o Ronald McDonald’s, o Assolino da Assolan, os Minus da Minuano, ou então os três personagens do Blue Man Group que representam a marca TIM. E por que grandes marcas se utilizam desses seres, na maioria das vezes, um tanto quanto esquisitos? Por que essas criaturas carregam aspectos lúdicos e que se conectam conosco de forma ainda mais intensa. Assim como o símbolo da marca, você criar uma mascote pode intensificar ainda mais o processo de memorização da marca por parte de seu público-alvo.

5.            EMBALAGEM: é a roupa da sua marca. É o invólucro que se elege para vestir um produto e sua marca. E quando falamos de embalagem, desde o material que se utiliza, ou até mesmo o design que se escolhe em uma embalagem, também carrega potentes elementos de identidade e diferenciação de uma marca.

6.            REGISTRO: tão importante quanto selecionar nomes, símbolos, logotipos, mascotes e embalagem para sua marca, a proteção legal de sua marca é uma etapa de fundamental importância. Criou um nome para sua marca? Vá no site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e consulte se ninguém já registrou os elementos que você criou.

7.            BRAND EQUITY (valor de marca): o autor Joel Axelrod trouxe uma definição perfeita para o conceito de Brand Equity, ele disse que ”é a quantia a mais que se cliente irá para obter sua marca, ao invés de um produto fisicamente parecido, só que sem o nome de sua marca”. Podemos dizer que a DIESEL por exemplo tem um Brand Equity fantástico, pois quando alguém paga cerca de R$ 2 mil para se ter uma calça jeans, a pessoa poderia comprar outra, fisicamente parecida, por módicos R$ 79,90. E todo esforço de Branding que você imprime na sua marca, deve visar o aumento de seu brand equity.


quinta-feira, 14 de julho de 2011

O paradoxo do nosso tempo

Por George Calin

Bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar nosso vizinho.

Conquistamos o espaço sideral, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e, não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do fast-food e da digestão lenta; do homem grande, mas de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, dos cérebros ocos e das pílulas mágicas.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Armários cheios e corações vazios.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer eu te amo à sua esposa e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Cinco caminhos para o bem-estar

Dicas da New Economics Fundation para conquistar uma vida melhor

1 . Conecte-se 
Estabeleça relações com as pessoas a sua volta. Os relacionamentos são a base da vida diária e investir tempo neles enriquecerá seu dia e garantirá apoio quando precisar. As pesquisas mostram que quem tem menos de três pessoas em sua rede de contatos próximas - entre família e amigos - tem mais chance de desenvolver uma doença mental.

2 . Seja ativo
Caminhe ou corra, ande de bicicleta, pratique um esporte, dance. Os exercícios fazem as pessoas se sentir bem - o importante é cada pessoa achar a atividade que lhe dá prazer e que é adequada a seus limites. Estudos de longo prazo sugerem que a prática de uma atividade física previne o declínio das capacidades mentais e protege contra a ansiedade e depressão.

3 - Preste atenção
Seja curioso, saboreie os momentos da vida e tome consciência de como se sente. Refletir sobre suas experiências ajuda a descobrir o que realmente importa e garantir que você viva o presente. Uma pesquisa mostrou que pessoas treinadas a prestar atenção em seus sentimentos durante oito a doze semanas apresentaram melhora no bem-estar por anos.

4 - Continue aprendendo 
Tente algo novo, matricule-se em um curso, faça uma nova tarefa no trabalho. Tente conserta algo em casa. Aprenda a tocar um instrumento ou a cozinhar. Escolha um desafio que você vai gostar de perseguir. Os estudos sugerem que o bem-estar está ligado a ter metas - desde que elas sejam estabelecidas pelos próprios indivíduos e tenham a ver com seus valores pessoais.

5 - Doe-se
Agradeça a alguém, ajude um amigo ou um estranho. Sorria, faça trabalho voluntário, junte-se à associação do bairro. Olhe para fora, além de olhar pra dentro de si. Fazer parte de uma comunidade traz benefícios - entre eles relações sociais mais significativas. As pesquisas mostram que as pessoas que tem um interesse maior pelo outro tendem a se considerar mais felizes.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Os segredos da mente milionária

Nos próximos posts irei descrever trechos interessantes do livro "Os segredos da mente milionária" vale a pena conferir, afinal de contas tudo é bastante pertinente.

Começarei com o Princípio de Riqueza.
"Se você quer mudar os frutos, primeiro tem que trocar as raízes - quando deseja alterar o que está visível, antes deve modificar o que está invisível".

Algumas pessoas dizem que é necessário ver pra crer. A pergunta que tenho para elas é: "Porquê você paga a conta de luz?" Mesmo não vendo a eletricidade, você com certeza percebe e utiliza o poder que ela tem. Se não estiver muito certo acerca da sua existência, experimente colocar o dedo na tomada. Garanto que a sua dúvida desaparecerá imediatamente.

Aprendi com a experiência que as coisas que não vemos são muito mais poderosas do que as que vemos. Talvez você não concorde com essa afirmação, mas tenho certeza de que você spfrerá se não aplicar esse princípio na sua vida. Porque? Porque estará indo contra as leis da natureza que dizem que o que está embaixo do solo gera o que está em cima dele, o que é invisível cria o que é visivel.

Continua...

Desculpem mas não irei concluir esse post, fica a dica de leitura do livro.

"Os segredos da mente milionária"  T. Hark Eker . 

Ps. não sou muito chegado a livros de autoajuda, mas tenho que admitir, esse livro é sensacional pra quem busca sucesso financeiro.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Como contratar bons colaboradores

 Por Raúl Candeloro

"Preciso de um bom colaborador". Então junte-se a nós. Afinal, quem não precisa? Se o seu melhor colaborador foi trabalhar na concorrência, pediu demissão, encontrou um lugar melhor para trabalhar, casou, teve um filho, acomodou-se, não se dava bem com o resto da equipe, com alguns clientes ou com você, que agora precisa desesperadamente de alguém, boa sorte! Você nunca encontra um bom profissional de quando realmente precisa dele.

Jeffrey Gitomer, num trabalho com a empresa Bahakel Communications, juntou algumas ações, técnicas, estratégias e táticas para recrutar, entrevistar e selecionar candidatos. Vejamos quais são:
Esteja sempre buscando bons profissionais. Não espere precisar de um. Procure por pessoas dentro da sua rede de contatos. Conte a todos que está procurando bons profissionais. Isso é bem melhor do que colocar anúncios no jornal. Faça com que sua empresa seja atraente e visível, pois isso faz com que muitos candidatos apareçam espontaneamente. Procure pessoas com bom caráter. Descubra o que aconteceu no último emprego do candidato. Por que ele está procurando emprego hoje? Chame alguns ex-clientes do candidato, sejam eles internos (chefes, colegas) ou externos. Peça exemplos concretos do seu trabalho (propostas, orçamentos, etc.). Tenha pronto um job description (descrição das funções e tarefas a serem realizadas). Diga exatamente o que se espera dele/dela. Não se deixe enganar pela lábia do candidato. Exija provas e detalhes da sua experiência profissional, não importa o quanto impressionem verbalmente. Consiga referências extras (fora as do currículo) e ligue para elas. Não prometa demais. Questione fortemente o candidato sobre algumas coisas, só para ver sua argumentação. Peça ao candidato para fazer um mini-planejamento sobre como ele espera ter sucesso na empresa e peça para discuti-lo numa segunda reunião.
Características ideais do profissional de vendas
Já tem uma atitude naturalmente positiva.Sabe pensar e decidir. Tem "fome" (ambição). Sabe se comunicar. Faz perguntas relacionadas ao trabalho e à produtividade.É automotivado. Aceita críticas. Está sempre aprendendo (treinamento). Tem um histórico de sucessos. Orientado para soluções. Aparência profissional. Persistente. Sabe fazer o follow-up (a entrevista é um bom teste). Olha você nos olhos. Tem um currículo limpo, bem cuidado – e breve. Não insiste em discutir a remuneração. Tem coragem suficiente para tentar "fechar" e conseguir o emprego durante a entrevista.
Fazendo as perguntas corretas
Fazer as perguntas certas durante a entrevista é fundamental. Elas revelam características, além do nível profissional. Aqui estão algumas dicas sobre como fazer perguntas durante entrevistas com candidatos:
Pergunte quais são seus objetivos pessoais e profissionais. Pergunte qual foi seu maior sucesso e seu maior fracasso. Pergunte por interesses fora do trabalho (hobbies, esportes, música, etc.). Pergunte por que ele acha que pode ter sucesso na vida.
As perguntas que os candidatos fazem aos entrevistadores revelam tanto ou mais do que as feitas normalmente. É uma coisa sutil, mas é muito melhor ter um candidato perguntando sobre como é o dia típico da empresa, quais serão suas funções ou porque ele foi qualificado para a entrevista, do que alguém que fica discutindo salários e benefícios. Alguém que realmente queira contratá-lo vai falar sobre isso, mais cedo ou mais tarde. (Na verdade, é como se fosse um sinal de compra, mostrando interesse por parte da empresa em 'comprar' o candidato).
Pare de perder colaboradores
Se você tem perdido continuamente bons profissionais e acha que a culpa é somente deles, talvez esteja na hora de procurar outras razões. Que tal procurar no espelho? Se é você quem fica reclamando sobre o fato de não existirem mais bons colaboradores lá fora, a resposta é simples: uma vez que você consiga pessoas realmente boas na sua equipe, motive-as, ofereça-lhes suporte e treine-as constantemente.
Se tivesse que resumir esse artigo em poucas palavras, diria o seguinte: "Busque sempre novos talentos. Não espere até precisar de alguém".

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Administração do tempo ou administração de vida?

Na realidade não se administra o tempo, mas sim nossos pensamentos, bem como as ações que fazemos no nosso dia-a-dia.
Nos meus mais de 20 anos de experiência em treinamento já ouvi, não poucas vezes, a expressão: “fiz um curso de administração do tempo que não serviu para nada”. Assim sendo, a questão que se coloca é saber por que isto acontece ou pode acontecer e o que fazer a respeito.
Para começar, é importante que se entre na essência da questão da administração do tempo, para evitar uma série de confusões e distorções, inclusive de natureza semântica, que são feitas muito usualmente. Administrar importa em poder controlar, ou pelo menos, ter um certo nível de controle. Caso não se possa ter um certo nível de controle não se pode administrar e, quer você queira ou não, o dia tem 24 horas, a semana sete dias e o ano 365 ou 366 dias. E isso você não pode mudar. Logo, você não pode administrar. Na realidade não se administra o tempo, mas sim nossos pensamentos, bem como as ações que fazemos no nosso dia-a-dia. Em outras palavras, o que podemos administramos é a nossa vida.
Portanto, administração do tempo deve ser entendida como alguma coisa que nos ajude a identificar nossos objetivos e o destino que queremos ter, e aquilo que tem que ser pensado e feito para que possamos alcançá-los. Como conseqüência, daqui por diante, quando mencionar administração do tempo, estou fazendo dentro do seguinte significado: administração do tempo é um recurso, uma espécie de mecanismo a prova de bobeira, que nos ajuda a explicitar quais devem ser os nossos pensamentos dominantes e a manter o foco naquilo que deve ser feito. Deve implicar em aspectos estratégicos e operacionais. Os aspectos estratégicos têm a haver com os objetivos de vida. Os operacionais com a agenda. De nada adiante ter uma agenda da melhor qualidade se os seus objetivos de vida estiverem mal formulados. São os nossos objetivos de vida e os nossos valores que vão indicar aquilo que é ou não importante e prioritário para nós.
Além dessas relevantes distinções de ordem conceitual, devemos ter em conta que um curso de administração do tempo, que se materializa na elaboração de uma agenda, tem pouca ou nenhuma utilidade se não importar em mudanças comportamentais que ajudem a superar hábitos e padrões improdutivos ou nocivos. E isso é, na realidade, o X da questão, já que como se sabe, o papel ou a agenda, aceita tudo. Ter um bocado de boas intenções. Colocar essas intenções em prática é outra completamente diferente. Portanto, o problema é: como identificar e mudar comportamentos, transformando hábitos negativos, como a procrastinação, em hábitos de alta efetividade? Como sair do círculo vicioso para entrar no círculo virtuoso?
Cabe também ressaltar que a matriz urgência/importância, um dos principais recursos utilizados em administração de tempo, tem uma miopia conceitual que considero bastante grave. Tudo o que se faz pode ser classificado e analisado segundo quatro categorias: (1) Pouca Importância e Urgência - PIU, (2) Pouca Importância e Muita Urgência - PIMU, (3) Muita Importância e Urgência - MIU e (4) Muita Importância e Pouca Urgência - MIPU. 
E onde está o equívoco conceitual? É na postura bastante angelical, que considera que aquilo que se faz pode ser, na pior das hipóteses, apenas pouco importante. E esse é o ponto: o que se faz também pode ser destrutivo e, diga-se de passagem, muito destrutivo. Tanto em relação a sim mesmo, como no caso da auto-sabotagem, em que uma pessoa falha exatamente quanto o sucesso parecia iminente.
Isso porque no inconsciente, aquela pessoa não se considerava merecedora, e assim, não poderia ter sucesso. Mas também pode ser destrutivo em relação aos outros, não apenas como fruto de avaliações equivocadas, mas também do VOA – vaidade, orgulho e arrogância e outros tantos fenômenos humanos, como a inveja e o ciúme.
Um outro ponto, extremamente importante, é que de nada adianta fazer uma agenda perfeita se a pessoa não souber como trabalhar com adversidades. E, como constatou o consultor americano Paul Stoltz, que nós enfrentamos, pelo menos, 23 adversidades por dia, na vida familiar, no tráfego, na empresa e na vida social. E se a sua reação for como a do Zidane, violência física, você pode complicar muito as coisas.
Assim, se não se considerar todas essas dimensões e questões, é bastante provável que você também diga: “fiz um curso de administração do tempo que não serviu para nada”. Devemos, portanto, entender a administração do tempo, como um recurso dentro da administração de vida. E para tanto é preciso que, entre outras coisas, se encontrem outros significado para aquilo que é dito usualmente. Por exemplo, quando alguém diz: “você está perdendo tempo”, a tradução deve ser: “você não está sabendo focar ou fazer aquilo que deve ser feito”.
Portanto vamos tratar de administrar as nossas vidas, que importa em nossos pensamentos, emoções, ações, padrões comportamentais e destino/sonhos. E esta é a única forma de não se ficar na janela esperando para ver a banda passar. Ou de então, sair por aí, sem eira nem beira.


Por: José Augusto Wanderley, master practitioner em programação neurolingüística e formação em Coaching pessoal e executivo. Consultor e palestrante em Negociação, Processo Decisório e Excelência Pessoal. Autor do livro Negociação Total: Encontrando Soluções, Vencendo Resistências, Obtendo Resultados (11ª edição), Editora Gente - (www.jawanderley.pro.br)